quarta-feira, abril 15

"Não rasgamos contratos"

Sr. LFV, em vez de blá blá, porque não diz que há 4 milhões de razões para não correr com o Quique Flores?

Descubra as diferenças

Aqui e aqui!!!

Até parece que a Canarinha de 1970 está de volta...

terça-feira, abril 14

Carlos Queirós

Sem querer tirar o protagonisto ao post anterior, sem dúvida que o assunto do momento é a possível passagem do Porto às meias da Champions, não posso deixar de fazer esta pergunta:
Alguém viu ontem a intervenção do Prof. Carlos Queirós n' O Dia Seguinte? Excelente!
Actualização:
Para quem não teve oportunidade de ver o programa, pode agora ver aqui.-

The best you can is good enough

Ponto prévio: O que resulta contra os outros, pode não resultar ou então resultar muito menos contra o Manchester United.

O Porto surpreendeu em Old Trafford. Surpreendeu quem não o conhecia e até quem o conhecia, não acreditando que a equipa campeã da Europa, juntamente com o ambiente, não afectasse o jogo dos dragões. Uns esperavam retracção, outros um Manchester muito mais forte, outros até as duas, no que poderia dar um resultado devastador para a equipa portuguesa. Poucos esperavam o que aconteceu pois a história ditava que as equipas de Jesualdo se "acagaçam" nos grandes palcos e, mais precisamente, em Inglaterra.

Mas o factor surpresa já lá vai. O que quer que tenha sido aproveitado no Teatro dos Sonhos, dificilmente resultará no Dragão e, assim sendo, o grau de dificuldade aumenta.

Pessoalmente, não me desagradava o 2-1. Gritei a bom som, fiz 20 vezes a famosa "bengala" juntamente com uns estridentes "toma" como que a querer acreditar que o 2-2 de Mariano significava um bom resultado para os portistas, e até pode ser que sim mas também pode ser que não.

Juntamente com o golo do mal-amado argentino vieram pensamentos do género: "Basta fazer o que fizemos contra o Atlético" ou "basta empatar", "0-0 chega". Nada mais enganador. Na primeira das hipóteses sou peremptório a afirmar que não chega! Grande parte do jogo em casa contra o Atlético foi controlado pelos
colchoneros e ficamos dependentes da habilidade dos mesmos para passar. Aceleramos na 2ª parte, mas não aquilo que precisamos de acelerar para bater os Red devils. Estar dependente do que C. Ronaldo e companhia podem fazer é absurdo. Nas outras, pergunto: como se empata frente ao Manchester? e respondo: ou com muita sorte ou fazendo por isso, jogando o melhor que se sabe.

Retornando ao que espero do jogo, sei que no Dragão vai ser diferente, mais difícil. Para começar, a atitude (mais do que os nomes) vai ser diferente no United. O espaço para o tridente atacante do Porto vai ser menor, visto que Fergusson está já avisado para o poderoso contra-ataque portista. Um Manchester mais atacante, mais incisivo e melhor a defender vai exigir o melhor Porto da época.

Um jogo de campeões, para campeões e futuros campeões. Que Fernando e Cissokho acrescentem à licenciatura adquirida em Manchester um mestrado no Dragão, que Hélton seja a parede que foi em Old Trafford, que Rodriguez seja enorme outra vez, que Lisandro esteja mais eficaz, que o colectivo esteja imperial no posicionamento e, sobretudo, que não haja erros individuais de novo. Um Porto que não tem nada a perder, bem atrevido e inteligente, que chegou a esta fase dessa maneira.

Há poucas hipóteses, mas as poucas que existem resumem-se ao atrevimento, à fidelidade ao estilo de jogo e, claro, à sorte. O resultado nestes jogos depende de como os abordamos. Há uma semana gostei das palavras de Jesualdo e de Rodriguez pois notou-se nas mesmas uma vontade enorme de derrotar o colosso. Pois bem, mantenha-se a mesma atitude, sem "associações" a Atléticos ou a Vitórias e Estrelas, e somos bem capazes de estar a dois jogos de Roma.

Só um Porto que espere o melhor Manchester e que não tenha medo dele, passará!

domingo, abril 12

Debate na SIC N - live

22:15 - Primeiros 15' deitados ao lixo. Ainda não se falou de nada de jeito...
22:19 - ponto de acordo: os mesmos que insultaram DC para correr com Peseiro, são os mesmos que assobiam FSF para correr com Paulo Bento.
22:23 - parece que vai começar o debate.
22:28 - Afinal não começou. E o fantasma de Rui Meireles ainda paira no ar!
22:37 - Bancos & buraco. As palavras mais usadas até agora. Entretanto, ainda não se passou de 2006... o moderador está a dormir.
22:48 - Sôr doutor para aqui, sôr doutor veja a página 6 para ali... um bocejo descomunal.
22:50 - FSF tem estado a dominar o pouco debate. Mas não está a ser transparente quando diz que o Sporting passa de 30 para 62 M€ na SAD. Faltou dizer que isso supõe a transf. da Academia e do Estádio para a SAD.
22.53 - Leões de Verdade são o think tank de Dias da Cunha. Não sei se é o melhor trunfo.
22:59 - Estou com Dias da Cunha: não quero estádio e academia fora do clube.
23:04 - FSF fala sempre como presidente e não como demissionário...

Conclusão final: Uma hora perdida. Alguma lavagem de roupa suja e pouco mais.

sábado, abril 11

Adeus ao Título

Se algumas, longínquas esperanças havia, hoje desapareceram.
O Benfica disse adeus ao título.
Peskovic, a barra, o azar, a falta de pontaria e... o árbitro não deixaram o Benfica ir mais longe no jogo de hoje.
A Académica foi 2 vezes à baliza do Benfica e fez um golo.
Nada há a apontar à determinação e ao esforço dos jogadores que tudo fizeram para dar a volta ao resultado. Houve dinâmica, boas jogadas, oportunidades a rodos, e muito suor. Hoje não era o dia.
Um último reparo para os sempre hilariantes comentadores da RTP: no lance que daria o golo do empate, o comentador (o Tadeia, salvo erro) justificou a falta assinalada pelo árbitro como uma obstrução do Nuno Gomes que estava parado, de costas para a baliza e contra quem o guarda redes da Académica chocou. Enfim, nada a que não estejamos já habituados.
Voltou-se a ver hoje que somos levados ao colo pelos árbitros...

Obrigação cumprida

Bom resultado, má exibição. Apenas Liedson pareceu encarar o jogo com o máximo de rigor. No entanto, nesta fase, os pontos são o que mais interessa. Faltam apenas 6 jogos para acabar a época.

quinta-feira, abril 9

Bruno Roma Alves

Faltou, no meu último post, a palavra de apreço a Bruno Alves que errou como qualquer um que se atreva a jogar futebol o pode fazer. Merece a palavra porque se sentiu confortável com o que aconteceu. Falar é fácil, estar lá dentro com as feras é outra.

Capacidade de reacção ao erro, é algo que em futebol é primordial.

Quase que estava implicito mas o quase fez-me vir aqui.

(Estive para não colocar o post já adivinhando o que vai daí surgir. Sei que o Bruno não aprendeu a ser melhor defesa com Quique, nem que a tremideira do treinador que ensina a defender é maior que o clube que rasga fronteiras a Portugal, muita da desordem que aqui se gera sofre do mesmo mal)

Olho para a cara dele em campo e vejo Roma!

quarta-feira, abril 8

You´ll never walk alone

Já aqui o tinha dito, as grandes campanhas de equipas portuguesas na Europa têm um factor em comum: a ausência de medo e complexos.

Os orçamentos portugueses, ao contrário dos espanhóis, italianos, ingleses e alemães, não se podem dar ao luxo de campanhas retraídas que com um pouco de sorte, juntamente com a qualidade individual dos jogadores que o dinheiro pode comprar podem até dar em longas caminhadas na Champions. Nós não temos essa sorte. As nossas equipas têm que andar na penumbra arranjando jogadores com um potencial tremendo, lapidá-los e têm necessidade de serem muito fortes onde os tubarões se podem dar ao luxo de ser mais fracos.

O que poderia equilibrar um Futebol Clube do Porto ao campeão da Europa? O jogar descomplexado, levar na bagagem ideias para contrariar um ambiente e uma pressão que ao mínimo deslize podem ser avassaladoras e, sobretudo, nunca descurar aquilo que os levou a Old Trafford: a intenção de jogo da equipa. Seja ela, contra-ataque, seja ela posse-de-bola, seja ela defender com 11, o ADN de uma equipa que chega aos quartos-de-final de uma competição nunca pode mudar e assim lá tivemos um Porto à imagem de Madrid que aproveitou o facto de apanhar um Manchester (muito) mais fraco que o habitual para ver as suas competências resultarem em igual número que na capital espanhola.

Era importante entrar forte, mostrar que não iamos a Inglaterra prestar vassalagem aos Red Devils desde o primeiro minuto. Olhando para um onze que continha O´Shea, Evans, Fletcher e Park não havia razão para medos. O Porto, jogando o que sabe, tinha argumentos para contrariar uma equipa que de Campeã mostrou muito pouco. Certo que faltava Ferdinand, certo que Scholes esteve apagado, certo que a entrada de Giggs e Tévez impulsionou o United e certo também que Ronaldo (assim como Hulk) não foi decisivo e é com isto que temos de contar para a 2ª mão.

Fomos grandes em Old Trafford, mas estarei também certo que teremos de ser ainda maiores no Dragão. A teoria dá-nos a vitória, pois o Manchester ainda não ganhou fora nesta edição da liga milionária, mas o que é a teoria? a teoria dava a vitória ao Manchester em casa. Teremos que estar preparados para um Manchester que foi capaz de ir a S. Siro vulgarizar o Inter de Mourinho, teremos que estar preparados para as nossas competências resultarem menos que lá, teremos que estar preparados para a matreirice de Fergusson. Em suma, repetindo-me, teremos de ser maiores do que fomos ontem. É pedir muito, eu sei! Se já ontem foi brilhante, aqui arrisca-se a ser épico, mas é isso que o Porto persegue sempre e já demonstrou ser o clube certo para o conseguir.

O desafio da próxima Quarta é provavelmente o mais difícil e importante jogo na história do FCP. Todos os seus contornos indicam isso, mas esse desafio não pode amedrontar. Ao invés, terá que impulsionar. Falo para os jogadores e falo para os adeptos. O estádio terá que estar ao nível que a equipa teve em Old Trafford ou alguém acha que o silêncio do Teatro dos Sonhos não ajudou Lucho e companhia? À equipa e aos adeptos: teremos que ser enormes, a melhor equipa e o melhor público da Europa! Aceitam o repto? É que é fácil pedir quando é aos jogadores e que tal sermos nós também? Acreditem, conta muito.

Ainda assim, depois disto tudo teremos de subir (ainda mais) um novo patamar. Teremos também de ser realistas pois o jogo do Dragão contra o Atlético, provavelmente, não chegará, é também importante não cair nesse erro. Entrar em campo com discurso de vitória mas os jogadores não perceberem bem se queremos marcar se não queremos sofrer pode dar em desilusão. Professor seja explicito (acredito que o vai ser) e procure a vitória do primeiro ao último minuto, só assim ela virá. Boa sorte Campeões!


"That´s a shame"

O Minuto 89 em Old Trafford continua mágico. Sensação de deja-vu incrível, pena não se ter decidido lá.

Peanuts?

"Pode alguém, com seriedade, defender a integridade do associativismo e, simultaneamente, pronunciar-se contra um conjunto de medidas que permitirá uma maior participação dos sócios nas decisões fundamentais para a vida do clube? Não me parece..."
Jean-Paul, no Jogo

Concordo com o JPL e já o escrevi neste comentário (junte-se ainda a questão dos referendos).

Convém distinguir as situações. Eu também sou contra a passagem da Academia para a SAD. Também receio ver um qualquer grupo angolano a tomar conta da SAD dentro de uns anos se os VMOC's forem transformados em acções da SAD (caso o Sporting não consiga os 60 milhões). Mas prefiro, para já, aproveitar estes peanuts... assim passem na AG.

Porto e Cª

1) Excelente exibição do Porto ontem. Depois de Guimarães, voltaram a jogar à bola como mais ninguém faz cá no burgo.

2) Apesar disso, acho que já se entrou na histeria em relação às hipóteses do Porto ir a Roma. Será assim tão improvável o Man Utd vir ao Porto ganhar o jogo?

3) O luis costuma dizer que prefere ver o seu Benfica eliminado da Europa para poder disputar o campeonato com mais condições. Tanto o Porto como o próprio Benfica têm demonstrado o contrário. Ou seja, é possível conciliar grandes temporadas europeias com títulos de campeão; e não é por se ser eliminado cedo da Europa que se tem maior probabilidade de ganhar o título.

4) Faltam-me adjectivos para a capa do Record de hoje (pelo menos a que vejo online). E já agora, enfiem o acordo ortográfico onde quiserem.

terça-feira, abril 7

Importante jogar como se fala e por jogar entenda-se o que O´Shea não faz

«Queremos muito fazer um bom jogo e mostrar as nossas capacidades. Queremos discutir o jogo e o resultado. É possível chegar ao fim e ganhar. Vamos defrontar o campeão da Europa e do Mundo mas temos ambição e argumentos para colocar em campo» (Jesualdo Ferreira)

«Temos o nosso método e é isso que nos orienta. A nossa única preocupação é poder responder ao valor do ManUtd com aquilo que somos capazes de fazer. O jogo vai ter intensidade alta e nós tentaremos ser intensos, sempre com um espírito ofensivo na cabeça.» (Jesualdo Ferreira)

Jesualdo Ferreira esteve hoje na conferência de imprensa e garantiu a todos os portistas que a identidade da equipa e (mais importante) do clube não irá ser alterada em Old Trafford.

Após tantos "escaldões", é satisfatório ouvir um discurso favorável à maneira de pensar de quem acredita que a identidade de uma equipa deve ser de acordo com o princípio de jogo mais treinado por ela. Ou alguém acredita que uma mudança para três centrais ou para um 4x4x2 absurdo irá resultar no terreno do campeão da Europa?

Somos o que somos! Chegou para fazer um grande jogo em Guimarães, como havia chegado para fazer um grande jogo em Madrid. Mentalizando equipa e adeptos que do outro lado está o campeão europeu e, provavelmente, melhor equipa da actualidade, e que os processos a que estamos habituados resultarão menos, é uma coisa, desistir de tudo aquilo que fizemos de bom seria "pena capital", e até o pode ser, mas prefiro perder e ser o Porto que nos dá reais esperanças de seguir em frente, que ser um Porto bacoco assustado com um ambiente necessário a quem quer ser grande.

Importante será levar no plano de jogo a possibilidade de desvantagem. Sofrer um golo do Manchester em Old Trafford é puramente banal. Quanto melhor os jogadores lidarem com isso, melhor será o nosso resultado no jogo de hoje. E por isso é importante jogar como se fala:

«Só conseguiremos inviabilizar o futebol do Manchester United pensando que temos de defender bem para atacar. A minha perspectiva não foge dessa regra básica. Temos processos simples mas eficazes. Lideramos o campeonato, passámos em primeiro lugar na fase de grupos da Liga dos Campeões e estamos aqui para vencer.» (Jesualdo Ferreira)

P.S. 1

Depois de ser acusado de tantos roubos em terreno nacional, chegou a vez do cromo O´Shea chamar-nos também ladrões. É certo que "cada um agarra-se ao que mais lhe convém" mas porque não lembrar-se que o golo marcado, também por Scholes, no Dragão surge de uma falta que não existiu?

O Man. Utd foi mais fraco em 2004, ponto assente! Nós fomos mais fortes, tanto lá como cá. Como enganar aquela convicção de que iamos passar? roeram tantas unhas para quê? era tão certo que vocês eram mais fortes! foi o árbitro, foi foi!!! a isso estou eu habituadissimo, mete gelo que isso passa! Até amanhã, clone do Ricardo Araújo Pereira!

P.S. 2

Sempre detestei um jogador que não joga uma merda, mas fala feito Maradona! Oxalá ás 22.00 de amanhã estejas farto de correr atrás de um jogador a sério e que o resultado esteja escrito na camisola dele: 1-2.

domingo, abril 5

Basta de árbitros!!!

Basta já desta conversa. Sinceramente já nem quero mais ouvir falar deste tema. Estou mais do que cansado...
Depois de toda a semana passada com a Taça da Liga, depois da absolvição de sexta-feira, depois das palavras de José Mota de hoje, depois de ver como um grande ganha hoje a um clube em greve que representa uma das maiores vergonhas do nosso futebol (são já 7 meses...), não me resta o minimo de paciência para falar de arbitragens.Quero lá saber!!!
Desânimo com o mundo da bola!?Talvez, mas essencialmente, como já sei que estas conversas não nos levam a lado nenhum e como já sei que é impossível desligar-me da bola e do que faz o meu clube, resta-me até ao fim do campeonato seguir o meu clube e ter a esperança que ganhem os jogos todos até ao fim.Logo se vê em que lugar ficamos.

Morais e principios tem a ver com que possamos fazer em campo. Ganhar com 7 jogadores formados em Alvalade é um orgulho. Ver a equipa a correr e a lutar daquela maneira é algo que não se compra com milhões. E dá-me prazer ver o Sporting a ganhar desta maneira.
É claro que podemos pedir melhor futebol, maior qualidade de jogo e que também se decidam jogos destes com mais de um golo de diferenças que era o que realmente deveria ter acontecido.
E é aqui, como sócio do Sporting, que vem a minha maior exigência.
Quero ver mais do Sporting. Porque sei que só assim podemos estar mais próximos do Porto e assim um dia vencer-los e ser campeões.
E porque sei que quando esse dia acontecer, vou olhar para trás e ver com Orgulho que percurso fez o meu clube para conseguir ganhar. Algo que muitos, por mais vitórias que tenham, não o poderão fazer.

Continuar a sonhar

Vitória sólida e justa do Sporting, reagindo da melhor maneira à vitória do líder. Se o Porto jogou muito bem na segunda parte, o Sporting realizou uma excelente partida durante os 90'. A garra, entrega e qualidade não estão reflectidos no escasso 0-1 final.

Moutinho, Polga e os inevitáveis Liedson e Derlei foram as estrelas mais reluzentes da equipa de Paulo Bento. Vamos continuar a sonhar até onde der...

Vitória obrigatória

Depois de ver a 2ª parte do Porto ontem perdi mais uma fatia de esperança em ver o Sporting campeão. Nem tanto pelos 3 pontos que ganharam, mas sobretudo pela qualidade da exibição. No entanto, como a esperança é a ultima a morrer, exige-se nova vitória leonina daqui a duas horas em Matosinhos. Gostava de ver o Postiga a titular, mas confio que os golos vão surgir de qualquer maneira. Força Sporting!

sábado, abril 4

Pinto da Costa, e os outros, absolvidos

Não era nada que eu não esperasse. Se ao princípio ainda acrditei que seria desta que o presidente do Porto seria desmascarado e ia pagar por uma parte de tudo aquilo que fez no futebol, a partir de certa altura desenganei-me.
A (des)construção jurídica da coisa pouco ou nada me interessa. Se o depoimento da Carolina é ou não credível, muito menos. Se as escutas são válidas ou não, menos ainda. O que me interessa e acho que é o que interessa para a moral da história é o conteúdo das escutas, e quanto a isso não há volta a dar, ninguém as consegue apagar. Eles não conseguem explicar de forma credível porque é que o árbitro foi a casa do Pinto da Costa 2 dias antes do jogo, e não conseguem explicar porque a explicação é apenas uma, e todos sabem qual é.
Isso não é suficiente para condenar alguém? Em Portugal parece que é verdade. Mas, se em Portugal o "Casa Pia" não vai dar em nada, o "Camarate" deu no que deu, o "Freeport" vai pelo mesmo caminho, não ia ser uma "simples" visita de um árbitro a casa de um presidente de um clube, dois dias, repito, dois dias antes de um jogo em que ia apitar esse mesmo clube, que ia dar em alguma coisa.
O sinal transmitido é este: continuem assim que nada se passou. Recebam lá os árbitros em casa, dêm-lhes "chocolatinhos" à vontade.
Que fique registado, segundo o que li e ouvi na comunicação social, que o presidente do Porto, assim como o árbitro e o empresário (que não são figuras menores neste processo) não conseguiu provar a sua inocência. Foi absolvido por insificência de prova. Totalmente diferente.
Agora cada um agarra-se ao que mais lhe convém.

sexta-feira, abril 3

Grande Grimi

Gosto sempre destes grandes destaques da Bola. Mas acaba por ser o menos importante aqui.
É claro que o jogador é jovem, tem direito ao erro e todas essas coisas.
Mas depois da péssima época do argentino, aliado a estes casos de esquadra, acho que faz com que restem poucas dúvidas, que mandamos fora 2,5 milhões de euros este ano.

quinta-feira, abril 2

E esta, hein?


Não conhecia esta pérola!

Um, dois, três.

1. O castigo a Lisandro é indecente, pela injustiça óbvia que representa. A questão principal, contudo, tem de ser: a quem realmente interessa esta decisão? É que quando o castigo do "pirete" foi aplicado ao Katsouranis, eu sei bem a quem interessou.
2. Não sei se falta mística à Selecção Nacional. Mas sei que lhe faltam pontos. E tem sido engraçado ler opiniões sobre "fados". Portugal joga bem? Contra a Suécia jogámos bem? A bitola é baixa, só pode. Provavelmente não estaremos no Mundial. Eu, confesso, não esperava outra coisa.
3. Parece que o SLB está interessado no regresso de Miccoli. Um dia, quando o SLB tiver uma gestão desportiva minimamente credível, este tipo de notícias poderão ser encaradas com entusiasmo.

quarta-feira, abril 1

Se a moda pega...

Lisandro castigado por simular penalty no ultimo jogo com o Benfica. Está aberta mais uma caixa de Pandora...